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Crítica - Saint Seiya: Soul of Gold

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Masami Kurumada/Toei Animation Honroso às lendas douradas apesar das limitações. AVISO: A crítica abaixo contém SPOILERS. Esta nada mais é do que minha segunda review de Cavaleiros do Zodíaco, trazendo agora o que abstraí do conteúdo em animação mais recente lançado sobre a obra do mestre Kurumada, focado nos leais defensores de Atena, os mais altos na escala, os fodões... os doze cavaleiros de ouro. Foi tardio um anime dedicado à eles. No meu caso mais ainda, pelo fato de ter enrolado para começar a assistir por... dois anos, dado que o lançamento ocorreu no primeiro semestre de 2015 e nesta época eu acompanhava The Lost Canvas e este, por sinal, foi um dos motivos pelos quais resolvi adiar, deixar para quando o então novo anime se concluísse. Enfim, terminei os 13 episódios dessa aventura "spinóffica" do universo Saint Seiya. É só uma outra ramificação não-canônica, o que, contudo, está longe de ser razão para demérito. Deixando cristalina uma verdade sobre minha ...

O curioso destaque de Ribrianne

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Ribrianne está chateada com os haters. Toei Animation Fato é que está sendo rechaçada pelos fãs a cada cena em que dá as caras. Brianne, do Universo 02, assumiu uma estranha posição de destaque após sua transformação - esta que você vê na imagem -, passando a ganhar odiadores por conta de seu discurso sobre o amor, consequentemente chamada de chata pela maior parte. O ponto aqui não se centra exatamente no rage contra a personagem. É sobre sua participação focalizada demais para uma lutadora que não possui nada de muito especial, nem ao menos conseguindo ser competente em alívio cômico. Nos últimos episódios, Ribrianne roubou a cena em alguns momentos com suas peripécias de arrancar reviradas de olhos e até roubou uns minutinhos do especial de uma hora. A pergunta é: Por que uma personagem sem carisma algum está com essa bola toda? Ribrianne exala amor (até demais), mas o que é hilário é ela conseguir precisamente o oposto devido ao seu jeito de se portar mediante às lutas, al...

Por que Gohan dificilmente receberá um tratamento digno?

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O mestiço sem a famosa franja da mitagem. Toei Animation.  Duas considerações breves antes de tudo: 1) Este blogueiro solitário que vos escreve não verdadeiramente compactua da tiração de sarro sofrida pelo personagem-pauta desta postagem que de uns tempos para cá vem participando de maneira aquém do esperado e logo no maior evento da história de Dragon Ball. Fique registrado: Não odeio o Gohan. Não torço contra seu desempenho no Torneio do Poder a ponto de querer vê-lo sendo pisoteado, humilhado e surrado. Na minha experiência, ele foi o primeiro personagem de Dragon Ball que vi surgir na tela quando os episódios não adquiridos pela Band foram à exibição na Globo, já que a saga Boo, como dito algumas vezes por aqui, foi a saga em que construí meu laço afetivo com a obra de titio Akira. Repito: Não o odeio. É um bom personagem, só está imerso numa fase ruim que ele não merece passar. 2) É, eu sou uma viúva do Gohan "de raiz". Aquele com a Forma Mística (sofreu retcon,...

Ceifador - Origens Sombrias #2: As Relíquias Universais

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Todas as grandes ideias começam a partir de uma fagulha. Às vezes não se compreende a razão disso acontecer, você apenas sente que deve fazer exatamente o que a sua consciência estimulante o convenceu de ser correto. Há horizontes distantes que as criaturas caminhantes e pensantes querem desbravar na busca para entender que papel exercem no universo e dar uma significação definitiva e satisfatória à existência. No entanto, para o bem das leis, o desejo incessante dos mortais por conhecimento não é maior do que a composição do vasto conjunto cósmico no qual estão inexoravelmente encaixados. A ambição do homem não pode ser posta em equilíbrio a esse conjunto numa mesma balança e numa mesma medida ou escala. Por falar no equilíbrio... a fonte mantenedora dele se encontra em dez objetos incalculáveis em poder, valor e sentido de existir. O que chamam de universo não passa de uma peça entre outras nove. São chamadas de relíquias universais. Para cada universo é designado um p...

Baú Nostálgico #23: Inuyasha

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                                                                                  ANTES  Esse demorei um pouco para discorrer, se a edição 11 não tivesse sido sobre Scooby-Doo pode ter certeza que o meio youkai e meio humano mais famigerado do mundo dos animes e mangás teria a sua vez sem nem eu piscar ou pensar duas vezes. Chutando o ano de estreia na Globo: 2004. Um ano antes da TV Globinho ser reduzida aos sábados por conta do TV Xuxa. Por que causa, motivo, razão ou circunstância Inuyasha fisgou a isca da minha atenção? A resposta mais sincera que posso dar é: Não sei. O que sei e lembro é de ter parado para assistir e gostado. É aquele processo que falei sobre na edição 16: Saltou à tela, é desenho, tem ação, tem fantasia, pronto, esse programa ganhou um espectador assíd...

Nem tudo é o que parece #46

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Uns cinco dias depois de ter acontecido... foi só aí que criei coragem de perguntar a minha colega de quarto sobre a suposta "pegadinha" que ela tramou pra me sacanear de um jeito nada original. Ela é meio boba, imatura, com ar elitista e fútil, não sei como uma oxigenada daquelas conseguiu uma vaga na faculdade. A gente está no primeiro semestre ainda, mas se ela for tão idiota quanto eu penso e for reprovada vou dar graças por me livrar desse encosto. Mas qual seria o objetivo de uma brincadeira assim? Só assustar gratuitamente? Na tal noite, abri meus olhos já sentindo ter dormido pouco e como eu odiava acordar no meio da madrugada forcei meu sono ao máximo. Enquanto não voltava a dormir, vi pelo lençol uma mão preta se aproximar do meu abajur, bloqueando um pouco a luz... e ficou por cerca de 3 minutos. Entrar em pânico numa hora dessas ia ser burrice, certo? Estava congelada e fiquei só observando sem piscar... até que ela se afastasse e a luz amarela voltasse a m...

Era para ser um desabafo poético, mas...

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Não dá. Concluo com toda a exatidão que não levo mais jeito para escrever lamúrias poetizadas após um ano e alguns meses ter decretado o fim da categoria Reflexão aqui no blog (ironicamente esta postagem faz parte dela, mas o revival é temporário). Perdi o fio da meada, não sei para onde começa ou até onde vai, em suma esses textos realmente nunca outra vez conquistarão espaço por aqui. Eu não abri uma exceção por hoje. Classifica-se melhor como lamento. Sim, estou lamentando esta perda de desenvoltura para textos desse tipo. Mas o que seria a temática geral desse texto que, em teoria, não deu certo? Começo revelando o motivo por trás dessa falha. Dado o período que fiquei sem postar esses desabafos acabei me desacostumando naturalmente, me desprendendo da forma como eu me expressava por meio de insatisfações e reflexões vomitadas em poucos parágrafos. Posso ter o pior dia da minha vida que não sai nada. As palavras montadas naquela estrutura de outrora ficaram travadas. Há um p...