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O lado bom de receber spoilers

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Isto aqui serve mais como um complemento da postagem que fiz discorrendo sobre o quão errado é liberar spoilers de algum filme ou série impulsionado por grande empolgação - o que além de ser uma falta de auto-controle, é também falta de empatia -, pensando somente na própria satisfação adquirida com a experiência. Este texto é um adendo, um parêntese (e eu sou um cara que abusa dos parênteses, reconheço) do trecho onde esperançosamente afirmo que há um lado positivo em ser bombardeado por um spoiler. A maioria dos spoilers de Guerra Infinita, por exemplo, que tenho visto até agora são meramente superficiais, muito embora carreguem um peso de revelação altíssimo (já sei até o final).

O ponto onde quero chegar é: Você lê o spoiler e você acredita que é um beco sem saída. Mas e se ao invés de frustração e desânimo ocorresse um efeito inverso? Isso é possível pelo menos para filmes, séries e desenhos (ocidentais e orientais), pois à livros a coisa é diferente porque se tratando de litera…

Capuz Vermelho - A Enciclopédia: Resumo das temporadas (1, 2, 3 e 4)

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AVISO:

*Não veja a postagem abaixo se não leu nenhum capítulo desta série ou uma temporada. Caso o contrário, poderá se deparar com SPOILERS.

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Nesta parte da enciclopédia são disponibilizados textos resumindo os arcos da série em poucas linhas, sendo exclusivamente voltado a quem leu todos os capítulos (a menos que você não dispense um spoiler, mas só não vale ler e dizer que "acompanhou" a série, não se engane pois nesse caso vai estar sabendo apenas uma fina camada de superfície mesmo com toda a síntese dos fatos). Os resumos, em linhas gerais, servem mais como meio rápido de consulta para leitores que querem relembrar alguns pontos importantes da história sem necessariamente ir a um capítulo específico.


A série como um todo se inicia numa curtíssima primeira fase ambientada em 1920. Richard Campbell é aprovado na fraternidade Red Wolfs, porém meses depois é acusado de quebrar uma regra impres…

Supergirl ainda não merece um filme

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*Caso seja um alguém propenso a problematizar o que não deve e ficar de mimimi, é bom ler o texto abaixo com bastante atenção pra no final este blogueiro aqui não sair com algum "ista". 

Há poucos dias foi anunciada a produção de um filme da Supergirl para o universo compartilhado da DC que recentemente foi intitulado Mundos da DC. Sim, Kara Zor-el está prestes a ganhar novamente um filme. Mas há dois pontos antagônicos que cabem destacar: 1) Se for conduzido numa direção primorosa nas mãos de uma equipe de responsa, é certeza de um filme bom o suficiente para apagar da memória o longa de 1984. 2) Uma continuação para O Homem de Aço é praticamente unânime e infelizmente não se encontra no planejamento da DC para um futuro próximo (se bem que o próprio Henry Cavill, intérprete do Superman, uma vez deu uma resposta irônica quanto a possibilidade do segundo filme - que NÃO foi Batman VS. Superman, que fique bem claro - dizendo ser bem provável que veremos um próximo filme do he…

Crítica - Thor: Ragnarok

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A queda e a volta por cima de um herói.

AVISO: A crítica abaixo contém SPOILERS. 

Sabe quais eram os meus maiores temores em relação a esse terceiro filme do deus do trovão? Comédia exacerbada e a clássica "maldição" da trilogia - o primeiro fator acarretaria no segundo, melhor dizendo. Acontece que a ideia de contratar um diretor com mão firme no gênero comédia à primeira vista transpareceu um absurdo dada a história que a aventura que fecha a trilogia do filho de Odin se trata, o que no caso é o apocalipse nórdico conhecido como Ragnarok que a princípio me deu a noção (pelo meu conhecimento prévio nesse aspecto da mitologia) de um evento de magnitude épica prometendo a inclusão de vários deuses nessa parada toda que exala seriedade. Pois é, a suavização de atmosfera veio numa hora oportuna para endireitar o que tinha deixado a desejar nos dois primeiros filmes, porém o elemento que acreditava-se sobressair aqui não é tão funcional assim. Sensação de perigo permeia durante …

Nem tudo é o que parece #51

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Sou professora de escola primária da rede pública e preciso comentar um episódio que me deixou refletindo por um bom tempo, demorei a retomar com a aula de artes de tanto que fiquei mergulhada nos pensamentos sem me tocar do mundo ao meu redor.

Tem uma menina, o nome dela é Violet, completamente retraída, tímida, não muda de lugar, fica sempre na última cadeira da fileira mais próxima da parede à minha esquerda. Não tinha amigas, pouco interagia e isso de certa forma abalava meu coração ver uma menina tão bonita ser tratada com indiferença e ranço pelos colegas por conta da aparência. Coisa trivial em relações colegiais.

O trabalho de artes consistia desenhar a resposta para a pergunta "Como você enxerga o mundo daqui à 50 anos". Aí vem a primeira parte que me espantou. Violet era a melhor artista da classe, um talento nato.

Quando fui avaliar seu desenho, perguntei:

- Violet, querida, por que logo o seu ficou em branco? Sem inspiração hoje?

- Mas aí está como vejo o mundo …

Por que animes na TV aberta estão fadados ao fracasso hoje?

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Estou praticamente desabafando aqui com muito desapontamento e certa tristeza: A TV aberta está simplesmente à beira da morte. As doses dessa "injeção letal" são homeopáticas. No que tange aos animes, especialmente, eu pouparia esse texto de comentários super-prolongados, só que tamanha insatisfação, mesmo não mais acompanhando esse veículo, me leva a fazer exatamente o contrário, mas vou me conter. A questão é: Por que diabos ainda insistem em pedir exibição de animes em rede de televisão aberta em época de Netflix, Crunchyroll e inúmeros serviços online, oficiais ou não, dominando esse meio, tornando-se altamente acessíveis e se fazendo alternativas insubstituíveis? "Ah por que ver na TV é mais nostálgico" Peguemos como exemplo mais notório a Rede Brasil que em 2016 investiu numa programação contendo animes iniciando com Dragon Ball Z e Cavaleiros do Zodíaco, dois pesos-pesados que dispensam comentários em matéria de saudosismo e nostalgia. No entanto, um tempin…

Capuz Vermelho - A Enciclopédia: Armas e artefatos (Parte 10)

AVISO:

*Não veja esta postagem se não leu nenhum capítulo desta série ou uma temporada inteira. Caso contrário poderá se deparar com SPOILERS.

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Máscara de Daemong 

História:

Conta-se que foi um item fabricado pelos próprios seguidores de Daemong, conhecido como o demônio que fundou uma ordem de antigos magos que se inclinavam ao lado obscuro da magia. Com a morte de Daemong pelas mãos de uma bruxa que executava magia goetiana (feitiços advindos do grimório negro Goétia) para repelir demônios, os discípulos resolveram forjar uma máscara mortuária a partir de um metal comum (podendo ser todos, exceto o irídio que uma vez em contato com a pele de Daemong - certamente retornado à forma real após sofrer o golpe - arruinaria tudo), aproveitando que o cadáver permanecia intacto por conta da bruxa não ter usado lâmina de irídio cujo efeito em demônios é a petrificação e decorrente redução em cinzas. Logo em seguida…

Adendo sobre a análise do vídeo do Bunka Pop

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Não, isso aqui não chega a ser um tipo de nota esclarecedora sobre os pontos que explanei no texto onde fiz uma análise mais, digamos, polida do vídeo em questão (ia me tomar horas e horas do meu dia se destrinchasse cada parte de ponta à ponta). Só tem alguns adicionais que deixei passar. Tudo o que foi dito naquele texto foi com o único objetivo de ser claro ainda que não tivesse muita propriedade do assunto para uma opinião mais aprofundada, mas fiz dentro do possível pois uma noção básica já serve pelo menos em relação ao vídeo. Se a nata da mensagem não lhe alcançou e você achou que fui intolerante e/ou transfóbico, sinto informa-lo mas não tenho pretensão de "desenhar' para quem não sabe interpretar um texto que escancara bem a sua meta. Todos tem o direito de me refutar desde que saibam faze-lo com construtividade e, sobretudo, educação. Eu não concordo com praticamente nada do que eles disseram e muito menos com a ideologia defendida. Porém, em uns instantes de refle…