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Capuz Vermelho - Episódio Zero #2: "Crannon"

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Relato autobiográfico - Capítulo 21: As noites de lua cheia não são mais as mesmas. O que fiz da minha vida a partir de quando comecei a me submeter a uma devoção inexplicada é algo que talvez nem os deuses - se existirem - podem me responder. Era manhã. Dia comum de trabalho. Ou ao menos deveria ser em um todo. Robert Loub, meu melhor amigo e exímio profissional na área de biologia humana, me veio com uma cartilha infantil jogada sobre a minha mesa. Aquilo desfocou meu campo de visão me fazendo perder o fio da meada durante a escrita de um dos primeiros capítulos deste livro. Sinceramente, eu odeio quando ele dá aquele sorriso presunçoso, era uma das poucas coisas nele que deixava minha bile instável. Escondi o papel, era um rascunho, e disfarcei inutilmente. Bem, sorte que ele não era desses amigos grudentos e exageradamente curiosos. Perguntei porque tinha me entregado aquilo. Na verdade, o centro da pergunta foi se ele bebeu na noite passada e inventou uma "fórmula mági...

The Flash virou uma auto-paródia

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O trio Iris, Caitlin/Nevasca e (In)Felicity no patético "Girls Out Night" (4x05)/The CW  Pronto, falei. Mas dizer só isso não basta. Preciso manifestar o meu pior temor referente a uma das séries outrora mais promissoras da DC/CW que começou bastante firme e fluida em seu primeiro ano como uma série que, apesar dos defeitos, você pode bater o olho e confirmar: "Esse aí é o Flash!". Da última metade da segunda temporada até o quinto episódio da atual quarta temporada é tristemente perceptível que as qualidades que ela primava em seu começo desapareceram. Em suma (e digo isso com muito desgosto, como fã do personagem): The Flash se perdeu. Não se vê vestígios da The Flash de 2014-2015. Tudo bem, toda série tem sua 7ª temporada de Supernatural. Mas neste caso em especial, a série do velocista escarlate sofre de uma séria e precoce crise criativa. Todo o marasmo que permeou a terceira temporada deu lugar a uma comicidade pressionada e nada convincente. Foi com e...

Nem tudo é o que parece #49

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Andava sentindo minha casa um pouco vazia, meio pra baixo, então resolvi ir comprar um bichinho de estimação numa loja recomendada por um cartão que, por sorte e coincidência, achei largado na rua. É tudo muito estranho o que acabei de perceber, mas estou tentando entrar em contato com os responsáveis e ver se minha dúvida cruel é respondida. Continuo mantendo distância dele. Paguei uns duzentos e pouco por um gatinho siamês com pouco mais de 10 meses de vida. Ele já tinha um nome quando cheguei lá, era Morfinho. Foi a filha dos donos do Pet Shop que deu esse nome por um motivo que ela iria revelar, mas foi interrompida e repreendida por eles dizendo pra ela parar de ser uma linguaruda na frente dos clientes. O que havia de mal nisso? Enfim, levei o Morfinho numa gaiola meio enferrujada, era a última do estoque. No caminho, eu fiquei alimentando uma curiosidade tremenda sobre a história daquele gatinho, como ele foi parar lá, se foi adotado, se era filhote de uma linhagem de gat...

Baú Nostálgico #25: Bob Esponja

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Criação de Stephen Hillenburg, desenho marcou época no canal Nickelodeon                                                                                    ANTES Já era tempo de fazer uma edição destacando a esponjinha mais tagarela, mais serelepe, mais otimista e mais cômica dos desenhos animados. Bob Esponja, aliás, já estava reservado para essa vigésima quinta edição há algum tempinho. Acho que não é difícil perceber um certo padrão - aos gasparzinhos que acompanham -, mas vou falar aqui sobre: Números que considero importantes (10, 20, 30 e etc) serão atribuídos à desenhos e séries que imprimiram fortes marcas, que emplacaram e que se tornaram clássicos imortais. E porque não Bob e sua turma serem vistos de tal forma? Fico entre 2003 e 2004 sobre o ano de estreia do d...

Frank - O Caçador #10: "A Besta de Vanderville"

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Confessionário:  Que alívio finalmente poder dizer: O grande dia chegou. Só tenho a agradecer imensamente ao seguidor ou seguidora Magia_Implacável por ter me fornecido as coordenadas que conduzem à localização da bala. Elas não existem nos arquivos do meu pai, pois, em teoria, ele não desejava que eu fosse parte do legado e acabasse sofrendo o mesmo destino no futuro. Não queria que o desejo de vingança subisse à minha cabeça. Mas meses atrás conheci uma amiga, a qual tem bastante em comum comigo apesar da experiência dela ser limitada, que me ensinou uma lição importante e esclarecedora. Às vezes a vingança pode ser considerada justiça quando a razão realmente pede por isso, quando se tem uma motivação contundente para fazer o que é certo. Depende muito do contexto. A vingança movida à raiva é vazia. A vingança movida apenas pelo luto é justiça. Agora tenho dois trunfos para realiza-la e só vai bastar um único tiro. Mais do que o legado, é pela vida do meu pai.  Est...

Frank - O Caçador #9: Entrevista com a caçadora"

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Confessionário: The_Hunter e Cia:  Esse é um novo quadro do canal, voltado para entrevistas com... personalidades não lá muitos famosas. Aliás, totalmente desconhecidas. Além de eu não saber se isso pode ser a primeira e última vez que arrisco essa empreitada, eu não sei se levo jeito pra coisa, mas vamos que vamos, eu já dei a ideia, ela já tá aqui comigo, pronta pra estrear essa variada que esse espaço precisava. Ficar só no confessionário e nas enciclopédias e tutoriais, ao meu ver, poderia cansar vocês. Vambora começar? Tá pronta? OK então... Ahn, só vou fazer uma pequena introdução aqui sobre minha ilustre convidada especial antes de fazer as perguntas.  Ela veio do leste do país, está só de passagem aqui em Danverous City e, não menos importante, partilha comigo o mesmo gosto por caçar monstruosidades por aí. Na verdade, a especialidade dela é bem limitada, sem ofensas... Tudo bem mesmo? Sem problemas? OK... Vampiros! Essa é a praga que ela adora matar nas horas...