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Mostrando postagens de Maio, 2015

Nem tudo é o que parece #14

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Nossas mães sempre nos dizem para não conversarmos com estranhos. Bem, na minha época de infância, eu fui o único da família que fugiu à essa regra.

Aí você me pergunta o por que. Logo eu respondo: porque não temia o desconhecido.

Bem, aí você cria mais perguntas para que eu as responda. Mas não, não farei esse favor.

Portanto, digo, com toda a certeza, que nossas mães estavam erradas.

Se fosse verdade, não seria perigoso perceber que meu reflexo no espelho fala comigo. 

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Mexendo no baú de fitas antigas e novas que eu guardava à sete chaves no meu porão, eu aproveitei para relembrar alguns momentos que me marcaram. Havia uma em especial... a qual não reconheci logo quando vi de relance. Diferente das outras, ela era transparente.

Bem, coloquei-a no vídeo-cassete (empoeirado, embora ainda funcional) para ver do que se tratava. O vídeo começou mostrando o banheiro e logo em seguida focando no box, onde eu …

5 curiosidades sobre Nem Tudo É O Que Parece

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Bem, decidi fazer uma pequena lista com algumas curiosidades sobre a série de terror mais proeminente do blog atualmente. Devo ressaltar que amo escreve-la, apesar dos problemas que sempre surgem, tais como bloqueios terríveis, contratempos e outros. Mas, claro, sempre com muito esforço os supero.

O número pode ser pequeno, pois a série ainda é praticamente um bebê em fase de crescimento (13 edições ainda me parece pouco), mas pode ser que em futuro próximo eu faça um post com mais cinco ou dez curiosidades - talvez até vinte, mas aí eu estaria prometendo mais do que posso fazer :p

Mas enquanto isso não acontece, confira abaixo 5 curiosidades sobre a série de mini-creepypastas mais insana e assustadora de todas:


1 - Foi pensada inicialmente como um post único

Quando a inspiração me veio à mente, não me passava pela cabeça a possibilidade de tornar aquele primeiro post num piloto de uma série. Tudo começou com a ideia de um só post com pequenos contos de terror com revelações surpreend…

Multifacetas

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Responda-me: Quantas delas eu vou ter de quebrar?

Se pelo menos esta fosse a única dúvida persistente, eu ficaria bem mais tranquilo. Conquistara a confiança de todos à sua volta, uma certa admiração... bens como este eu não menosprezaria. E o que fizera? Sim. Um completo desperdício. Imperdoável.

Nenhuma destas pessoas sentiu tanta dor quanto você me fez sentir. Quando a primeira caiu, você a relocou. Mas, ao meu ver, nada mais era que uma segunda. Melhor, mais resistente e que ocultava o máximo possível a sua essência repulsiva.

Houve uma época em que, ingenuamente, sonhei com uma amizade sólida, com risos, com idas e vindas memoráveis. Pra quê, afinal? Sim, para você despedaçar e em seguida fragmentar impiedosamente, até virar pó. Infelizmente, nada pude fazer quando senti vontade de quebrar esta pseudo-face. Arranca-la, com todas as minhas forças, mesmo que minhas mãos sangrassem.

Não soube pedir desculpas, por talvez não saber o erro que cometeu. Não, você sabe sim. Se soubesse,…

Contos do Corvo #3

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Era cerca de meia-noite. O corvo observara atentamente o coveiro executar sua tarefa, tranquilamente - enterrando alguns corpos de animais. Em uma tentativa de quebrar o silêncio, bem como o tédio irritável, a ave resolveu ter a ideia que acabaria com aquele monótono clima: contar uma nova história.

- Ah, não. Lá vem você com suas histórias pra boi dormir. - reclamou o coveiro, nem um pouco afim de ouvir algo "novo".

- Não lembra do nosso acordo? - perguntou o corvo, aproveitando-se do fato de o coveiro ter memória a curto-prazo.

- Que acordo? Do que você tá falando?

- Você disse que ouviria minhas histórias por inteiro se caso elas o interessassem até o fim. Caso contrário, você me abandonaria aqui e como eu odeio falar sozinho e deixar uma história incompleta, nós dois sairíamos perdendo.

- Não me faça rir. Eu não perco nada deixando de ouvir suas baboseiras. - afirmou o coveiro meio que aos risos, largando a enxada, e pronto para encerrar o expediente.

- Tem certeza? A p…

Crítica - Arrow (3ª Temporada)

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Estreando aqui as críticas de seriados de TV! Pois é, foi uma ideia antiga, mas que por falta de vergonha na cara  tempo e disposição eu havia rejeitado e até pensado em não fazê-lo. Mas como recentemente empolguei-me e fiz evoluir meu vício por séries, decidi, então, na volta das atividades com o blog, escrever reviews das temporadas de algumas séries - o que inclui os animes.

E para começar, hoje trago a crítica da recém-terminada terceira temporada de Arrow. E, confesso, não foi um ano fácil. Depois de uma eletrizante e ótima segunda temporada, o rumo que se esperava ficou somente na vontade. Eu poderia iniciar e terminar facilmente uma review desse ano 3 com a seguinte frase: Mais Oliver Queen e menos Arqueiro. Mas, claro, com estas seis palavrinhas não seria uma crítica decente né? Mas o problema é que não foi uma temporada decente. Mas insisto em perder alguns minutos de minha vida para destacar alguns prós e contras e expressar o que senti ao ver a temporada, sobretudo o final…

Nem tudo é o que parece #13

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Nós estávamos tão felizes com a chegada do nosso bebê. Já tínhamos preparado praticamente tudo, não havia nada com o que se preocupar com relação ao nosso futuro como um casal feliz. Entretanto, este sonho teve seu fim decretado. No dia em que estava para dar à luz, eu e meu marido estávamos crentes que tudo correria como o esperado... até o médico vir até nós com a notícia. Eles simplesmente me anestesiaram, e enquanto eu lentamente adormecia escutava conversas ocultas do outro lado da janela.

Assim que acordei, vi meu marido e o médico com expressões tristonhas. Foi então que, com grande pesar, ele me revelou que ocorreu um aborto, sem meu consentimento. Claro, fiquei bastante revoltada. Mas como justificativa, afirmaram que o bebê sofria de sérios problemas no organismo e que seria impossível um parto normal ou cesário acontecer.

Eu me curvei diante daquele pesadelo. Passei dias, semanas me lamentando, me deprimindo. Mas... tudo chegou à um ponto em que não sabia mais se eu estava…

Crítica - Vingadores: Era de Ultron

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FICHA TÉCNICA:
Direção: Joss Whedon
Roteiro: Joss Whedon
Produção: Kevin Feige
Gênero: Ação, Aventura, Ficção Científica
Duração: 141 minutos
Ano de lançamento: 2015
Distribuição: Walt Disney
Elenco: Robert Downey Jr. Chris Evans, Mark Ruffalo, Jeremy Renner, Scarlett Johansson, Chris Hemsworth, Paul Bettany, Samuel L. Jackson, James Spader, Aaron-Taylor Johnson, Elizabeth Olsen.

Antes de ir direto ao ponto, devo dizer que esta é a primeira crítica de um filme que escrevo no mesmo ano e pouquíssimo tempo depois de seu lançamento. Tá, foi meio desnecessário salientar esse detalhe, mas o fiz para compensar a minha dificuldade em começar essa review, pois foi um longa que, embora eu tenha o achado um bom divertimento, me deixou em um dilema. Como passei a fazer recentemente antes de grudar meus olhos na tela, equilibrei as expectativas. E digo que funcionou.

Vingadores: Era de Ultron, a mais nova produção do Marvel Studios, vem com a intenção que toda sequência de um filme possui: mostra…

O Exército - Julgamento Impiedoso.

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Notas iniciais: 
*¹ Tenha certeza de ter lido "O Ceifador " (as três partes) e "A Trindade do Apocalipse" antes de ler este conto.

*² Os eventos da trama a seguir ocorrem simultaneamente aos de "A Trindade do Apocalipse" - partindo exatamente do ponto em que o protagonista (John White) inicia sua missão contra os vilões. A escrevi com a intenção de mostrar um pouco do ambiente do verdadeiro mundo dos ceifadores e o que realmente ocorreu com um deles - ou seja, do personagem que teve seu nome como título no conto que iniciou esta trama. Sei que tive esta ideia um pouco tarde, mas está aí. Boa leitura ;)

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Ele vagava por um vale sombrio, cambaleando e tropeçando nas pedras que se faziam presentes no caminho. Pisando naquele solo essencialmente negro e infértil.

Confuso, ele se perguntava, em pensamentos tortuosos, em que lugar estava, durante a maior parte da caminhada angustiant…

Exílio

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Ás vezes é necessário desprender-se de uma realidade corrompida, que não lhe oferece o mesmo prazer de outrora, nem ao menos uma razão para continuar estando nela.

É neste momento que você pára e pensa, a despeito das tormentas de sua mente, a fim de trilhar seu caminho para outro lugar... acessível somente para você.

Não haveria outro lugar melhor do que este para refugiar-se. Eles não irão alcança-lo se permanecer nele pelo tempo que deseja ficar. Sente-se pertencente? Talvez seja um bom sinal.

Agora tente viajar pelos lugares que este novo mundo lhe reserva. Não importando qual meio utilize para fazê-lo, sinta o que nunca teve chance de sentir, diga em devaneios profundos o que jamais teve coragem de falar no "outro mundo". Vamos, podes criar um rico universo ao seu redor. Você tem um lugar para chamar de seu, espero que se sinta agradecido por isso.

Mesmo não significando um afastamento eterno, faça-o durar para o que pareçam ser dois ou três anos. Deixe sua mente criar…

E voltando...

Pois é pessoal, o Universo Leitura teve um hiatus bastante longo - 1 mês e algumas semanas é muito para mim -, e com este retorno venho aqui para revelar alguns pensamentos que andei tendo durante este período, bem como algumas novidades que estou preparando para voltar com todo o gás e criatividade!! :)

Confira:


1 - Confesso, sem medo algum, que pensei em dar um fim no blog. O motivo? Não digo apenas um, mas vários. Pouca inspiração, falta de comentários e minha leiguice para com algumas questões estéticas foram um deles. Depois de muito repensar e meditar a respeito, decidi não desistir. Se percebo que ainda há coisas para possibilitar o crescimento do blog, portanto devo seguir progredindo, sem me abater com certas faltas.

2 - Aproveitei este tempo para, obviamente, recarregar as baterias, relaxar um pouco mais a mente e abri-la para que a criatividade jorrasse como uma forte cachoeira. Mesmo com umas situações estressantes (para dificultar a vida deste pobre escritor não-profissi…