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Mollock - Jornada de um Errante #3: "Lado Lobo"

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Propositalmente cedi a um convite de participar de um exercício. Em verdade, acabei sendo confundido com um licantropo. Tinha visto figuras em alguns livros. Humanos que transformam-se seduzidos pela luz do luar. Ao menos não se consideram humanos. Não é difícil olhar para eles e sentir-se estar num lar de conterrâneos. Eu foquei no que me interessou. Subi na arena daquele torneio velado e à margem das leis humanas. Luta livre e sem trapaças. Era derrubar o adversário da plataforma ou ser eliminado e perder o grande e suculento prêmio. À vista de todos estava lá um homem ferido e acorrentado no teto. A isca balançando aos tubarões. Se era para tirar mais uma vida humana ao mesmo tempo recondicionando meu corpo, então foi válido. Meu oponente transformou-se. Capturei cada detalhe da metamorfose. Em poucos segundos, seu tamanho igualou-se ao meu. A vantagem do excesso de pelos é para resistir ao frio? Tomara que eu esteja certo. Os gritos da torcida enérgica me aborreciam, mas me ...

Crítica - Dumbo (1941)

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Um antológico exemplar da fórmula "patinho feio". AVISO: A crítica abaixo contém SPOILERS.  É meio complicado pra mim discorrer sobre filmes das antigas devido a não me habituar a assistir coisas dos anos 90 pra trás (devo mudar tal postura e dar play num preto e branco), especialmente o mais antigo que já vi numa ocasião vaga nas lembranças quando teve exibição no SBT num domingo à tarde. Desde então carrego a memória do elefantinho de orelhas longas com bastante carinho e honestamente fiquei um pouco receoso nessa revisão após tantos anos em relação à primeira vez e um período relativamente grande sem ver animações cinematográficas em 2D bem datadas (sobretudo da Disney) e isso resultar num julgamento aquém da visão infantil que dialogava com os aspectos do filme na época que o conferi. Eu estava de bom humor e meu coração foi aquecido pela fofura do personagem-título logo de cara, numa simpatização instantânea que não se perde em minuto algum. O longa é um dos mais ...

Capuz Vermelho #62: "Ponto de Ruptura"

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Uma já conhecida sensação era percebida por Hector poucos antes de despertar completamente. Os braços imóveis. As pernas travadas, mas não acorrentadas. O corpo querendo balançar de frente para trás. Sua visão rapidamente foi definindo a área. Uma gruta. As pálpebras iam levantando devagar... - Onde estou? - perguntou, entrevendo um vulto passar na sua frente. Viu os braços presos à correntes. Em seguida, notou gotas de sangue próximas. Uma nova pingou da sua cabeça. Estava com um ferimento que por um breve instante não recordava do que havia causado. Olhou para sua companhia, numa vista melhor desta vez - Então foi você, certo? Pra quê me tornar cativo? Ao que sou útil? - sua memória reorganizou-se - Ah, é claro... Está afim de me transformar num dos seus monstros de estimação. Talvez não funcione. Digo isso pois... corre uma maldição no meu sangue. Eu não sou uma alma viva comum. Sendo assim... é perda de tempo o que está planejando. O minotauro voltou-se à ele, mantendo a p...

Capuz Vermelho - Melhores Frases de "Sete Vidas" (5x03)

Confira logo abaixo as melhores frases selecionadas do sexagésimo terceiro capítulo da série: 1 - Foi quase lá Derek: Nem pense em sair. Eu tentei hipnotiza-la, confirmei minhas suspeitas. Eu preciso da sua ajuda. Marjorie: Esse dia não tem como piorar. Quase me apaixono por um mago do caos. 2 - Não precisa ser um livro aberto  Rosie: O que aconteceu com você... não passou de dominação. E eu não sou virtuosa. Olha o que fiz, mesmo que o efeito seja temporário... foi uma reação instintiva, eu tenho um animal selvagem trancado em mim. Leo, matei pessoas ruins e talvez alguns inocentes pelo caminho. Melhor que não me conheça demais. Não como eu conheço. 3 - Sempre preparado às intenções  Ephram/Belphegor: O que veio fazer aqui, Derek? Não entre nos detalhes, eu sei que está ansioso por um favor. Nenhum subordinado entra aqui para falar sobre como foi seu dia. 4 - Sarcasmo ululante  Pandora: Já devem ter se passado 28 horas desde que entramos e isso não é b...

Mollock - Jornada de um Errante #2: "A Fome"

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Para me restabelecer no mundo eu precisei me infiltrar entre os humanos e agir como eles. Para agir como eles tive de confrontar meu orgulho. Me feria profundamente um ser destinado a governar criaturas fracas estar sujeitando-se àquela humilhação. Eu estava faminto e sedento, mal aguentando nas pernas. Decidi ir ao local que os humanos vão se alimentar, acho que chamam de restaurante. O manto esfarrapado que roubei disfarçava, mas meu tamanho era desvantajoso. Uma mulher elegante sentou-se à minha frente, tranquilamente verificando o cardápio. Não se importou com minha aparência chamativa de monstro. Parecia me reconhecer. De onde? De quando? Ela me encarava interessada. Como uma reles humana me veria daquela forma? Espere, a princípio suspeitei ser humana... Até que iniciamos uma conversa. Veio o garçom perguntar minhas preferências. Agarrei levemente o braço dele e o hipnotizei. Não iria entregar facilmente. Esperei o espetáculo começar. A mulher era um monstro competitivamen...

Capuz Vermelho #61: "Sete Vidas"

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As duas forças haviam colidido fortemente. Rosie desviando habilmente dos desferimentos incansáveis do machado do minotauro e a criatura morta antigamente morta por Teseu recebendo alguns socos que em nada o afetavam. A jovem aproveitava brechas estreitas para socar um arremedo de armadura feito de puro couro endurecido e resistente. O monstro usara o cabo da arma, conseguindo acerta-la no queixo. Rosie chutara a cara dele mantendo-se no chão e logo deu-lhe uma rasteira. Levantou-se velozmente e pegou o machado, sentindo o peso considerável. - Você quer seu precioso machado de volta? Então vai lá buscar. - disse ela, em seguida jogando a arma para o mais longe que pôde. A distração foi um sucesso e a jovem levara Leo com ela para fugirem dali rapidamente. O minotauro correra para buscar sua arma, mas não distanciou-se muito, tendo apenas esticando seu braço esquerdo para acionar seu controle inerente sobre ela. Lá vinha voando o machado na sua direção retornando as suas mãos. Ao...

Crítica - Dragon Ball Heroes (Episódio 9)

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Meu Instinto Superior favorito voltou triunfal! AVISO: A crítica abaixo contém SPOILERS. Esse foi mais um episódio que não oferece tanto a ser comentado, acho que o primeiro nessa linha muito mais direta e sem perder tempo com conversas foi o sexto e também último episódio que cobre o arco do Planeta Prisão. O tempo voou, mas o retorno do Instinto Superior aliviou um pouco a sensação de enredo apressado e no fim das contas acabou sendo o melhor desenrolamento, chegando até a minimamente lembrar do memorável surgimento de Thor na batalha de Wakanda em Vingadores: Guerra Infinita. Pelo jeito a facilidade de teletransportar-se a um outro universo é igual dar um pulo na casa do vizinho, tudo no vapt-vupt. Vegeta e Mirai Trunks vão ao Universo 11 e são seguidos por Oren e Kamin para darem continuidade à luta iniciada no Universo 6 e que felizmente não permaneceu por lá, o que é explicável pela duração dos episódios fazendo com que obrigatoriamente não haja uma divisão de aconteciment...