4 possíveis spin-offs de Capuz Vermelho



Olá, fantasminhas. Semana meio vazia, mas com uma razão totalmente justificável: Eu estou trabalhando duro para antecipar o retorno da série - cujo hiato já completou seus 7 meses -, chegando a me auto-desafiar na escrita simultânea de capítulos (não escrevendo parágrafos adoidado, tipo: escreve uns dois parágrafos em um capítulo e num segundo vai para o outro), sendo que nunca consegui deixar dois capítulos prontos após seguir essa direção, geralmente o que vai ser publicado costumo terminar primeiro enquanto que no capítulo seguinte restam poucas cenas.

Mas não vim para lamentar o hiato ou abordar a situação complicada da série. Vim para falar de coisa boa: a nova Tekpix  Possíveis spin-offs para quatro personagens escolhidos a dedo. Mas calma aí! O que eu quis dizer com possíveis é com relação à uma ideia que acho justa. A ideia é esta: Apenas um personagem será escolhido para protagonizar suas próprias aventuras. Possíveis até são, mas somente um, dentre esse grupo, poderá ser o sortudo.

Confira abaixo os indicados, todos eles possuem bagagem suficiente para um projeto derivado:


Hector 

Motivo para ter uma história solo: Ele é um dos personagens mais profundos, além de ser o co-protagonista, e que seguiu um caminho diferente do que seus pais almejavam por conta de uma tragédia que ocorreu a um deles. Um spin-off centrado em Hector precisaria ocorrer após o fim da série, pois certamente sua relevância para com todo o conjunto da obra sendo descartada praticamente na metade dela seria como retirar uma engrenagem de uma grande máquina e sabe-se muito bem o que ocorre quando se descarta uma peça tão importante para o enredo. Afinal de contas, Rosie só enfrenta o sobrenatural graças à ele, porque foi encorajada pelo seu falecido pai a segui-lo. Hector é parte importantíssima para a construção filosófica da série. Rosie queria uma vida simples e normal, tinha sonhos que envolviam uma jornada acadêmica. A personagem, no início da série, vê-se numa bifurcação, onde deve escolher entre seguir seus sonhos (caminho de "luz" onde ela desfrutaria da vida que ela sempre quis, uma vida comum) ou fugir com Hector para se proteger dos Red Wolfs (caminho de trevas onde ela se depararia com o sobrenatural nu e cru). Claro que não direi aqui minha perspectiva quanto a um possível final da série, porém seria mais confortável e benéfico deixar que suas aventuras fossem contadas após o fim da jornada de Rosie Campbell, como um caçador liderando uma nova equipe ou até mesmo como sucessor de seu mestre, tudo isso e mais um pouco servindo para explorar mais aprofundadamente as nuances do personagem.

O título da série seria Liga de Caçadores.


Eleonor

Motivos para ter uma história solo: Uma bruxa com um passado sombrio, perseguida por suas ex-companheiras em decorrência de uma traição e em árdua busca por redenção. Três elementos que já deixam o prato bem cheio para o desenvolvimento de um enredo com enfoque na conturbada trajetória da personagem na forma de uma série na qual ela seja a protagonista. Primeiramente eu pensei, para a primeira temporada, em considerar a inserção de flashbacks que casassem com a trama do tempo presente ou simplesmente fazer com que o primeiro ciclo fosse todo ambientado no passado, opção esta que tem sido minha favorita (tudo numa vibe bem "Salem"). A história passada de Eleonor é rica em mortes, traições, amores, tragédias e reviravoltas, o que permite extrair muita coisa interessante, salvo o que já foi mencionado na série-mãe como, por exemplo, o caso amoroso que ela teve com o Grão-Mestre dos Red Wolfs Bernard Von Trask e o roubo do soro da juventude que pôs a sua cabeça à prêmio, além da conexão com a conhecida divindade do submundo, Hades, e, por último e não menos importante, as origens da convenção anual de bruxas. A antagonista principal da primeira temporada seria a, já mencionada na terceira temporada de Capuz Vermelho, líder da convenção Ágatha Laving, independente de quais modelos citados se utilize. Além disso, participações especiais de Hector e Rosie certamente ocorreriam. Do grupo, é a que possui a conta mais gorda.

O título da série seria Coven.


Êmina

Motivos para ter uma história solo: Ela é uma alquimista e último recurso da Legião quando a coisa fica feia. Seu manejamento da alquimia por si só já a coloca como candidata forte a ter o primeiro spin-off da série. Êmina tem um histórico de aventuras e desventuras que quase sempre giraram em torno da ciência que por muito tempo foi confundida com bruxaria. A série abordaria a sua infância, seu aprendizado e primeiros contatos com a alquimia, passando por sua ingressão no Colégio dos Caçadores até finalmente encarar os desafios como membra da Legião sendo uma caçadora licenciada e primeira de sua cidade a empreitar nesse caminho. Seguiria um dos modelos para a série da Eleonor, o tempo presente intercalado por flashbacks. A maior parte dos conflitos enfocaria na busca desenfreada pela pedra filosofal perfeita e como suas versões inconclusivas cairiam em mãos erradas, bem como os efeitos/impactos que isso causaria. O pano de fundo seria cidade natal da personagem, Waytehaal, mas passaria também por outros locais, reais ou fictícios, da terra da rainha.

Pode-se dizer que o capítulo 36 de Capuz Vermelho, que oferece maior destaque à personagem, é basicamente um piloto back-door (no âmbito televisivo é o nome atribuído a um episódio piloto de um spin-off quando ele é exibido como parte da série que o gerou).

A série não teve um título idealizado.


Mollock

Motivos para ter uma história solo: Posso ter forçado um pouco a barra, mas Mollock é um vilão de respeito e não brinca em serviço (ver segunda temporada para comprovar). Ele possui objetivos ambiciosos que envolvem sua insaciável sede por conhecimento e poder (para ele ambos são a mesma coisa) e a produção da série se daria após o fim da terceira temporada. Não me soa ruim a ideia de um spin-off protagonizado por um personagem não-humano, mas devo admitir que é um passo arriscado tendo em vista a pouquidade a respeito da bagagem do personagem. Mollock é uma fusão de dois seres distintos e não há nada que desfaça-a (tem os selos de separação manipulados por magos do tempo, mas Charlie estará fora de cena), além de que ele nasceu lá no meio da primeira temporada meio de supetão. A única direção que vejo para o personagem estaria associada ao Tártaro (sua metade demoníaca) e aos resquícios das experiências de Robert Loub (sua metade licantrópica). Imagine os experimentos do ex-Red Wolf sendo reproduzidos como forma de legado e mais demônios sendo libertados... e consequentemente mais Mollocks criados. Já imagino uma saga dos clones (indiretamente o original seria o criador dos clones... que loucura). A jornada solitária de Mollock seria repleta de encontros com exímios mestres do ocultismo e até mesmo licantropos legítimos, em uma demonstração do que ele mais sabe fazer que é matar e despertar a atenção de inimigos.

A série poderia se chamar Mollock - Entre a Terra e o Inferno ou apenas Mollock.




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