Capuz Vermelho - A Enciclopédia: Simbologia


AVISOS:

*Não veja esta postagem se ainda não leu nenhum capítulo desta série ou uma temporada inteira. Caso o contrário, poderá se deparar com SPOILERS.

*Sujeito a alterações e atualizações.

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O funcionamento de símbolos específicos no universo de Capuz Vermelho

Determinadas manifestações sobrenaturais (sejam elas de cunho invocatório, ofensivo ou defensivo) necessitam de elementos gráficos para funcionarem da maneira que seu criador espera. Assim caracterizam-se os símbolos. Ou conhecidamente nominados de sigilos efetivos. Há uma gama de simbolismos especiais existentes na série, sejam eles já apresentados ou não, incutidos nas magias de dois mundos opostos: o plano mortal e o plano divino. Os sigilos possuem um papel fundamental na evocação de efeitos que não são inerentes aos seus criadores. Para o plano mortal há um conceito relevante: Não é o criador que atribui ao sigilo seus respectivos efeitos, mas certos elementos que são reunidos para serem responsáveis no que diz respeito a moldar tanto a efetividade quanto a utilidade do sigilo dependendo do que seu criador desejar em relação ao seu poder. Já para o plano divino é um pouco diferente: Os deuses, seres complexos e magnificentes, e seus associados (ainda que sejam subservientes) possuem a habilidade natural para desenhar sigilos com pouco ou quase nenhum esforço mental ou físico, mas o que ocorre é que tais sigilos já são moldados com seus efeitos pré-definidos, como se tal conhecimento fosse algo passado de geração à geração, um conceito antológico lapidado há eras que tornou-se fixo e único para usufruição geral. Em outras palavras, houveram antepassados que possuíam maior capacidade de criação de sigilos e introduziram neles estas características tão conhecidas e arraigadas, sendo tal conhecimento transmitido para as gerações posteriores em uma expectativa de uso melhor e mais rápido.

A abordagem sobre as diferenças entre ambos os métodos de moldagem de sigilos converge para diferenças ainda mais profundas no que se refere à magia, algo que, obviamente, não tem espaço nesta postagem por não ser o foco, podendo ser melhor desenvolvido em outra parte desta enciclopédia. Mas aqui vai uma máxima da série: Magia humana, seja ela obscura ou não, nunca rivaliza contra magia divina, levando em conta todos os aspectos.

Conhecendo melhor os símbolos:

Meia-Lua 



A lua "cortada" por uma linha curva significa o emblema do império de Abamanu, logo sua finalidade é apenas representativa quanto ao reinado do deus-quimera. Está estampado no escudo prateado e no verso do talismã/amuleto da divindade.


Disco solar


Feito no Paint, por isso desproporcional. Ficou meio médio meio merda, mas o que vale é a intenção hahahah

Figura emblemática que representa o império da divindade solar de segundo escalão Yuga (que nada mais é que uma amálgama de dois deuses: Rá e Hórus). Um círculo dourado com duas pontas curvas em cada "lateral" que parecem representar "raios solares". Os amuletos que servem como comunicadores possuem este formato.

Para saber mais sobre eles, acesse o post pelo link abaixo:

http://universoleituracontoscreepys.blogspot.com.br/2016/03/capuz-vermelho-enciclopedia-armas-e_22.html


Sigilo inibidor (solar)



Sobrenaturalmente, é um dos mais eficazes. Seu poder consiste em imobilizar o alvo e absorver toda sua energia vital lentamente até que ele faleça completamente esgotado, Caso a situação envolva um receptáculo, ele também sofre as mesmas consequências. É preciso estar no centro do triângulo para cair na armadilha. Pode ser ativado com um único estalar de dedos por seu criador (no sentido de desenhar, não de moldador primordial) caso ele visualize seu alvo exatamente parado sobre o ponto.

Funciona contra: Sentinelas solares, sentinela efetivado (Áker) e deuses de segundo e terceiro escalão (Sekhmet e Mihos, por exemplo).


Sigilo inibidor (lunar)


O meio para neutralizar Abamanu se encontra na forma de um simples círculo. Foi desenhado por Áker no capítulo "Deuses entre nós" (3x03), quando o arauto enfrenta os soldados do vilão para resgatar Rosie do Palácio Subterrâneo. É funcional apenas à deuses-quimera associados à lua, mas Abamanu é o único existente, o que não significa que tenha sido o único de tal espécie a ter nascido, mas foi o que restou.


Sigilo para viagem no tempo 



A gravação deste símbolo é proibida a seres humanos, podendo ser realizada somente por sentinelas solares, inclusive efetivados - como Áker. É exclusivo do panteão no qual Yuga, Sekhmet e Mihos pertencem. Viagem no tempo nunca foi estritamente um tabu entre divindades, portanto a utilização do sigilo foi permitida em caso de eventualidades minimamente urgentes. Foi desenhado pela primeira vez por Áker no capítulo "Sinais do Fim" (3x07), no qual o mensageiro de Yuga tinha como objetivo enviar Rosie 3 anos no futuro para que ela comprovasse o caos que o mundo se tornou quando Abamanu estava prestes a alcançar sua vitória definitiva.

Regras de funcionamento:

1 - Restrito apenas à deuses e sentinelas solares.

2 - Humanos não podem, em hipótese alguma, desenharem-o, devido à extrema probabilidade de ocorrência da pior consequência que uma viagem temporal pode causar: o paradoxo.

3 - Não importa se está enviando ao passado ou ao futuro, o poder do sigilo fará o viajante "quebrar" a linha do tempo de modo a possibilitar a criação de uma outra linha temporal que passa a existir paralelamente à que não sofreu nenhuma influência.

4 - O viajante deve bater uma de mãos no sigilo - marcado em algum ponto do local onde foi parar, local este podendo ou não ser imaginando pelo realizador - se quiser voltar à sua linha temporal.



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