Mais 50 fatos sobre mim (Parte 3)


Eis aqui a derradeira parte da sequência da lista original com os cinquentinhas. Foi árduo fechar com 200 fatos (como se minha vida fosse super-interessante), mas daí lembro que a intenção é pura e simplesmente fazer meus leitores gasparzinhos me conhecerem mais e melhor (ou nem tanto, vai depender das visões individuais) e vendo por esse lado o esforço ganha um outro sentido para valer a pena (eu queria muito um contato "próximo" com esses fantasminhas nos comentários, discutir opiniões e ideias, aquele vínculo comum). Confira abaixo:

151 - Eu tenho um osso saliente na minha costela esquerda e isso foi detectado logo na infância. Apesar de me preocupar, nunca tive complicações.

152 - Um dos poucos momentos em que realmente senti que era importante foi quando voltava do posto de saúde com minha mãe (eu estava dodói) e passamos pelo colégio exatamente próximo à minha sala e meus colegas acenaram pra mim chamando pelo meu nome, me pedindo pra ficar lá com eles estudando... Tem certas memórias que são tão boas, tão aprazíveis que às vezes pensamos nem serem reais. Se eu voltasse no tempo e testemunhasse isso de novo (vendo a mim mesmo, claro), acho que viriam os famosos ninjas cortadores de cebola. Isso aconteceu em 2001, eu estava no jardim de infância com 6 aninhos. 

153 - Pegando o gancho sobre a escola, eu comprava miniaturas de pokémons de um colega, isto mais precisamente na segunda série. 

154 - Já escorreguei num chão coberto de lodo em público. Adivinha quem foi o primeiro a rir?

155 - Compareci a três casamentos da família (tá, esse é um fato... meh). 

156 - Na época que Digimon Adventure 2 passava na Globo, eu comi hambúrgueres que vinham numa caixa temática do anime, com os personagens e tudo mais. Pra guardar de lembrança, recortei a imagem dos dois personagens principais juntos (Dave e Ken com seus respectivos digimons, Veemon e Stingmon). Inclusive tinham imagens dos digimons citados (no verso da caixa, se bem lembro) e recortei separadamente e até hoje se encontram guardadinhas junto a uma coleção de figurinhas e mini-cards. 

157 - Tive um caderno dos Animaniacs (detalhe: não conhecia o desenho) e o usei durante toda a segunda série acreditando que era o Frajola na capa. 

158 - O livro infantil que mais li foi As Mentiras de Paulinho, eu adorava. 

159 - Durante toda minha vida colegial (Ensino Fundamental ao Médio), tive cerca de 10 professores de reforço.  

160 - Quando Dragon Ball Z era exibido aos sábados na TV Globinho (provavelmente em idos de 2002, não sei), eu tinha um medo tremendo do Evil Boo (o Majin Boo magro) e do momento da transformação até o final do episódio assisti alguns pedaços escondido na parede. Pois é, o primeiro cagaço a gente nunca esquece. 

161 - Era viciado nos caramelos da Embaré (não sei se conhecem) que possuíam dois sabores, meio a meio. 

162 - Eu nunca cantei em voz alta. Na verdade, eu nunca cantei absolutamente nada, nem mentalmente. 

163 - Costumava marcar minhas postagens no G+ com +1. Não tenho mais esse hábito e recomendo que não façam isso, pega muito mal. 

164 - Quando meu nariz fica congestionado, dormir do lado esquerdo sempre alivia enquanto ao lado direito piora. 

165 - Odeio repetir letras iniciais numa mesma frase (é um tanto ridículo, mas... é TOC, às vezes evito, às vezes deixo rolar).

166 - Coordenadas geográficas era o único conteúdo de Geografia que eu não conseguia assimilar de forma nenhuma. Sério, não entrava na minha cabeça, não absorvia nada. 

167 - Toda vez que eu passo um considerável tempo sem ir à academia, eu volto, acabo meio dolorido no dia seguinte e sofro uma reação na pele, semelhante a uma alergia, que se manifesta com uns caroços acompanhados de vermelhões e variam de quantidade de acordo com a intensidade da dor local. Como se fosse uma resposta do organismo com relação ao período longe dos halteres e barras. Não consigo achar explicação (sou um alien)

168 - Um dos poucos casos de ciúmes me envolvendo foi quando dei um tapão bem forte nas costas do garoto que "roubou" o meu melhor amigo da escola para brincar em sua casa. Pois é, fui uma criança meio possessiva... 

169 - Já tentei me tornar ambidestro (falhei em 100%)

170 - As três épocas do ano que menos gosto: Carnaval, Natal e Pintura da casa. 

171 - Mesmo com acesso à uma vastidão de sites com filmes online, eu ainda comprava DVDs pra compensar a frustração do trava-trava insuportável resultado de uma net meia-boca. 

172 - Numa apresentação de trabalho (4ª série, pra ser exato) eu não falei nada, fiquei em total silêncio olhando para os meus colegas com cara de paisagem, e a professora, irritada, me mandou sentar. 

173 - Inclusive, eu já passei de feiras culturais no Fundamental II e Ensino Médio sem apresentar trabalhos pela minha reconhecida péssima aptidão pra oratória, algo que, claro, a minha timidez contribuía. Logo, o que levavam em conta, sendo flexíveis (ou piedosos), era a minha participação durante a produção do trabalho. 

174 - Antes de 2018 eu nunca tinha elaborado uma fanfic que vingasse. Se quiser saber dos meus projetos paralelos como ficwriter é só dar uma olhada no meu perfil no Nyah! Fanfiction que se encontra na página O Autor. 

175 - O único jogo de Pokémon que joguei (e atualmente jogo) é Pokémon Age Online. 

176 - Na academia, se alguém encosta a boca no bebedouro (isso é muito errado) enquanto toma água eu decido não beber mais lá ao menos pelo resto do tempo que malho. 

177 - Eu cursei Web Designer entre 2015 e 2016, mas no fim das contas acabou sendo mais um hobby do que propriamente uma preparação a um futuro emprego. Meu diploma é a única coisa de mérito que sobra pelo aprendizado que talvez eu nunca vá exercer profissionalmente.

178 -  Sempre que leio ou ouço alguém dizer "cedo ou tarde" eu automaticamente lembro da música do NX Zero. Sério, sempre acontece, agora mesmo o meu cérebro tá tocando. 

179 - Eu nunca tive um crush na infância. Na verdade, especulavam (pessoas da família, não da escola) que a tal garota era meu crush quando realmente era apenas amizade e nada mais. 

180 - Já tive instrumentos musicais de brinquedo: um violão (era cinza, jamais me esqueço, as cordas se arrebentaram todas em pouco tempo) e um tambor. 

181 - Eu sou filho da última pessoa que nasceu na primeira geração da família assim como também sou o último da segunda. 

182 - Na primeira série aprendi sobre o Sistema Solar e os planetas que o compõem. No dia desta aula a professora fez uma dinâmica com todo mundo nos "transformando" em planetas. Explicando melhor, ela nos colocou papéis recortados com os planetas para grudarmos na roupa e íamos fingir sermos planetas. Eu fui o Plutão (o então último dos planetas). 

183 - Que por sinal deixou de ser considerado planeta em 2006, o exato ano em que terminei o primeiro Ensino Fundamental. Coincidência? 

184 - Os únicos meios de transporte que já andei foram apenas carro e ônibus. Nunca subi numa moto, muito menos num avião. 

185 - Na sessão de Vingadores: Era de Ultron eu vomitei por conta de uma azia que me subiu consequente do meu exagerado consumo de refrigerante, aí misturou com a pipoca e deu no que deu. Felizmente (ou aparentemente), ninguém percebeu - exceto pela minha prima, que pagou minha entrada, me dando um guardanapo -, até porque a lambança aconteceu no ápice do filme e era uma sessão em 3D, logo todos estavam imersos na batalha contra o Ultron. Ao final de tudo, ficou em mim aquele mega-constrangimento, ainda mais pra tentar disfarçar a camisa suja e tive sorte por ser preta e mais sorte ainda por eu ser alguém difícil de notar. 

186 - Nesse mesmo dia eu constatei o seguinte: 3D não faz a menor diferença. Pelo menos, não pra mim, mas respeito quem curte - como o Wendel Bezerra, por exemplo, que saiu em defesa do 3D num vídeo do seu canal no Youtube. 

187 - Crepúsculo, no auge do seu sucesso, me fez ter um pouquinho de ranço do tema Vampiros.

188 - Nunca participei das aulas práticas de Educação Física e para justificar com um atestado era dito que eu tinha probleminha de coluna. 

189 - O que é verdade, tanto é que fiz fisioterapias que no fim das contas de nada adiantaram. 

190 - Eu e uma prima quatro anos mais nova jogávamos um card game de Digimon que vinha nos pacotes com figurinhas de álbum na época que a quarta temporada (aquela em que os digiescolhidos eram seus próprios digimons) estava em exibição na Globo. O mais divertido de relembrar sobre essa bagaça são as regras completamente aleatórias que inventávamos. Por exemplo: No baralho dela tinha o Black Megalogrowmon, ele tem uma espécie de corda metálica atrás dele e baseado nesse detalhe ela o nomeou de "puxador" e a partir disso inventou a regra que permitia pegar todos os digimons que eu colocasse em campo. Olha aí que maravilha. Nem um pouco roubado, certo? 

191 - Lembro perfeitamente de um dia quando eu era bem criança (acho que uns 4 ou 5 anos) ter me me considerado torcedor do Palmeiras. Sim, tá fresquinho na memória, eu realmente falei isso. Anos mais tarde... aqui estou como um jovem adulto que passa longe de futebol. 

192 - Como bom exemplo de maturidade que eu sou, eu pintava com caneta os dentes das pessoas estampadas nos encartes das lojas e supermercados. Não faz muito tempo. 

193 - Aos 4 anos ganhei da minha mãe uma pelúcia do Banana de Pijama. Eu o tratava como um filho e muito provavelmente foi o brinquedo com o qual formei um vínculo mais forte. 

194 - Já tirei zero em matemática. E não foi apenas uma vez. 

195 - Na infância eu tinha um enorme medo de fogos de artifício. Nos domingos, quando rolavam jogos de clássico-rei aqui na cidade, eu me preparava pra tapar meus ouvidos e me afundar minha cara num travesseiro até acabar. 

196 - O meu maior medo decorrente desse era parada cardíaca por sustos. 

197 - Minha professora da 1ª série já me pôs de castigo e de fora duma brincadeira em classe por achar que eu estava sacaneando ela quando eu não entendia o que ela falava. Eu que fui um lesado e ela que foi injusta. Não lembro bem como funcionava ou qual era a brincadeira planejada pra depois do "teste" que era levar uma palmada na mão e ela perguntava se era quente ou frio (que eu entendi "trio" e ferrei com tudo). Isso não era violência, ela não batia com tanta força, mas fiquei bem chateado lá no cantinho assistindo todos brincarem sei lá do quê.  

198 - Algumas pessoas se enrolavam quanto ao meu segundo nome e o meu sobrenome, Rodrigo e Rodrigues, respectivamente. Teve quem achasse que era Rodrigo Rodrigo. Nunca entendi porque diabos complicavam tanto, começo a achar que foi proposital porque se não... com todo perdão da palavra, é burrice. 

199 - Quando uma tia minha morava próximo de mim, a casa tinha um quarto cuja porta tinha um poster do Quarteto Fantástico (o primeiro filme que hoje é pura Sessão da Tarde) que na realidade os antigos inquilinos esqueceram e pensei em levar, mas não sei o que deu em mim, a consciência pesou e decretei que fazer aquilo seria absurdamente errado pelo simples fato de não ser meu. 

200 - Levei mais de uma semana para concluir essa lista de fatos. 

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